A vontade de escrever e desabafar em linhas sempre esteve presente em minha vida...
Escrevi e o caderninho se perdeu pela garagem numa arrumação... Que pena. O que a menininha escreveu?
Aos 13 anos iniciei um caderno com pequenos poemas... (Tenho até hoje!!!) inspirado no meu primeiro amor (que acreditei ser o primeiro e também que era amor - graças que existe o tempo para nos ensinar)... meu primeiro susto com a humanidade... falava de amor e também da natureza, sociedade interna de cada alma...
Depois cada vez que me chateava ou assustava ou ficava muito infeliz precisava desabafar... Então depois de um tempo comecei a guardar. Algumas coisas se perderam nos papeis e o vento e nas mudanças... outras se perderam para sempre... em meio a minha memoria e a preguiça de registrar...
Mas enfim o que sempre escrevi é auto biográfico...
É como poesia, prosa e descrição de sentimentos e impressões...
Ao logo deste blog vou compilar os cadernos e escritas e soltar as teclas (não mais a caneta...)
Muitos dos textos são poesias sobre paixão, amor como é de praxe de qualquer garota comum... não pretendo ser extraordinária apenas humana, apenas mulher, apenas uma menina...
As vezes iludida, as vezes querida, as vezes ferida, as vezes amada...
A vontade de escrever e desabafar em linhas sempre esteve presente em minha vida...
Em 17/02/1990:
UMA POETIZA
Dos meus amores fracassados
Das minhas paixões tumultuadas
Nada tenho a reclamar
A planger
Mesmo sem querer retorná-las...
Pois elas me ensinaram
Elas me guiaram
Aprendi.
Aprendo e me refaço
Cada vez melhor!
De alguns tenho saudades
De outros não me esqueci...
Mas vou vivendo
Procurando outras experiências
e inspirações para meus poemas...
Pois sem eles
Eu não seria...
Uma poetiza!
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Em 10/11/1993:
Será que todo mundo escreve
ou rabisca quando deseja desabafar?
Como as pessoas fazem para colocar para fora
os pensamentos que as tormentam?
Gritam? ou ficam a escrever "besteiras", a repetir as mesmas
escritas anteriores com palavras sinônimas?"
Deve ser por isso que o mundo esta cheio de escritores, poetas, roteiristas, cronistas e por ai afora...
Maneiras de expor, soltar, se libertar.
E você como faz?
Como diria uma linda poetiza que adoro Elisa Lucinda:
"...Sou pequena, o que não sei é o que o meu poema tece para me ensinar a ser flor. (...) vagalume dos meus desmundos, dos meus desterros nos caminhos escuros de nublada visão. Ó verso antigo e novo
que desde de adolescência vem me trazendo pela mão, me dê sempre clareza onde antes era confusão."

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